sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Dipladênia (Amarela)

  • Nome Científico: Mandevilla splendens
  • Nomes Populares: Dipladênia, Jalapa-do-campo, Jasmim-brasileiro, Mandevila, Tutti-frutti
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  • A dipladênia é uma trepadeira semilenhosa e volúvel, conhecida internacionalmente por sua belíssima floração. Ela apresenta folhas perenes, coriáceas, elípticas a lanceoladas, com nervuras bem marcadas e de coloração verde-escura. Sua floração é mais intensa na primavera e verão, mas pode se estender por todo ano em regiões de clima quente.
    Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado moderadamente. Não tolera encharcamento, frio intenso ou geadas. Pode ser cultivada no litoral, tolerando a salinidade do solo. Fertilizações mensais, ricas em fósforo, nos meses quentes estimula intensas florações. É tolerante a podas, que devem ser efetuadas preferencialmente no inverno. Multiplica-se por sementes e por estaquia dos ramos semi-lenhosos.
     

    Comigo ninguém pode

    Dieffenbachia seguinte  conhecida pelos nomes comuns de comigo-ninguém-pode e aningapara , é uma planta da família das Araceae muito apreciada como ornamental de interiores, dada a sua tolerância à baixa luminosidade ambiente e baixa umidade relativa do ar. Produz grandes folhas variegadas, com vários tons de verde e amarelo, lustrosas e duradouras, o que o torna muito interessante em decoração de interiores. Em algumas regiões do mundo, a sua popularidade como planta doméstica é acrescida devido à fama que a planta leva de "espantar o mau-olhado e maus-espíritos".
     
    Alerta:
    Segundo alerta publicado no Jornal da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o oxalato de cálcio, substância presente no comigo-ninguém-pode, ao ser ingerido, pode provocar edema na garganta, levando à asfixia e, em casos extremos, até à morte.

    Mini Romã

    Família: Punicaceae
    Romã anã/Mini Romã
    Origem: Ásia Ocidental, Oriental e região do Mediterrâneo.

    Características: Árvore de folhas semicaducas, de cor verde brilhante e delgadas. Em climas quentes, sem um inverno rigoroso, se mantém sempre verdes. Floresce no final da primavera princípio do verão, desenvolvendo flores laranjadas, que darão origem aos pequenos frutos da mesma cor e que carregam muitas sementes. É conhecida no Egito há 2.500 aC e também é mencionada várias vezes no velho testamento.

    Ambiente: Gosta de lugares quentes e necessita de muita luz. Em climas frios tem que ser protegidas das geadas, porém o frio moderado do inverno é importante para que possa efetuar sua parada estacional e perder algumas folhas.

    Rega: Necessita de rega abundante nos períodos de crescimento. No inverno, quando caem suas folhas, a rega deve ser mais moderada.

    Adubo: Durante o período de crescimento e frutificação, a cada duas semanas (primavera e outono). Nunca adube uma árvore doente ou recém transplantada.

    Transplante: A cada um ou dois anos. O transplante deve realizar-se ao final do inverno, antes de iniciar a brotação, procurando cortar 1/3 parte das raízes.

    Poda: Para se conseguir uma boa ramificação, podamos os brotos novos quando têm de seis a sete pares de folhas, cortando logo acima do primeiro ou segundo par. Para conservar as flores não se deve cortar os brotos novos após o início de novembro. Somente depois da floração faz-se a poda dos brotos para conservar sua forma. Os galhos mais grossos podem perfeitamente ser podados no inverno.

    Limpeza: Eliminar as folhas amarelas e algumas flores dos galhos muito carregados. Se a árvore der frutos é importante colhê-los antes que caiam por si mesmos, para não fatigar a árvore. Após a brotação da primavera é preciso fazer a limpeza dos pequenos ramos que não brotaram ou que tenham secado durante o inverno.

    Dicas: Não se deve deixar muitos frutos em um só galho, pois a tendência é este galho secar no ano seguinte. Para florescer abundantemente, a árvore necessita de exposição a pleno sol.



     

    Mini Orquídea

    As mini orquídeas estão entre as mais fáceis  de cuidar e cultivar para florir. A planta é muito versátil e responde bem aos cuidados básicos, tais como a rega semanal, sol moderado e temperatura ambiente. Esses tipos de orquídeas são mais felizes em vasos que poderão facilmente ser movidos para dentro de casa durante os meses frios. As plantas têm uma haste reta e forte que sustenta flores bonitas, com formato de mariposa, no final do inverno e início da primavera. Cuidar das raízes é tão fácil quanto cuidar do resto da planta e essa orquídea dá fantásticas mudas.


     

    sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

    Rosa do Deserto - Adenium obesum

    A Rosa do Deserto,  é originária da África. É uma planta de forma incomum, sendo o seu caule espesso e moldável conforme seu crescimento. Possui folhas verdes brilhantes e produz lindas flores exóticas e coloridas. Pode ser cultivada tanto no solo quanto em vasos, sendo muito apreciada pelos amantes de Bonsai.
     
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    Violeta – Saintpaulia ionantha

    As violetas são Flores lindas e singelas, ideal para serem oferecidas a quem se gosta, pois demonstram um amor modesto e leal.
    Acredita-se que sua origem tenha-se dado na Europa.
    A violeta é uma flor que não exige muitos cuidados, mas suas raízes são sensíveis por isso não se deve deixar à terra de seu vaso muito encharcada. Uma dica importante é a de que jamais se deve molhar suas folhas e sua copa, pois ela pode apodrecer com a umidade. A violeta se adapta melhor em ambientes internos, gosta de luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol.
     
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    sábado, 13 de dezembro de 2014

    Terrário em vaso de cerâmica.
    Um terrário é um recipiente onde se reproduzem as condições ambientais necessárias para diferentes seres vivos total ou parcialmente terrestres. Os terrários podem ter diversos tamanhos e ser feitos de diversos materiais, não apenas vidro; são comuns os terrários de madeira, rede metálica, Acrílico, PVC, etc. Possui sempre pelo menos uma de suas paredes feita de algum material transparente, geralmente vidro ou acrílico, para facilitar a visão do interior, e normalmente contém pedras, carvão, terra e plantas que permitem observar o comportamento dos seres vivos no mundo natural.
    No âmbito da botânica, um terrário refere-se a pequenas estufas em que se recriam as condições de um ambiente tropical, ou seja humidade e temperatura altas e constantes, possibilitando o cultivo de plantas tropicais e subtropicais. Porém o mesmo pode ainda ser reproduzido em simples vasos de cerâmica com plantas em miniaturas (Cactos, Suculentas...).